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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Agentes evitam entrada de maconha e balança no maior presídio do RN

Agentes da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior presídio do Rio Grande do Norte, conseguiram evitar que um quilo de maconha e uma balança de prisão chegassem às mãos de presos da unidade. A droga e o equipamento foram arremessados por cima do muro na madrugada desta quinta-feira (18), mas foram encontrados e apreendidos.

"O homem que jogou o material se assustou com os tiros da nossa patrulha e fugiu correndo. Isso é prova que a segurança está funcionando", afirmou o secretário de Justiça e da Cidadania Wallber Virgolino. Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal. A unidade tem capacidade para 620 presos, mas possui atualmente mais de 1 mil detentos.

Sistema em calamidade
O sistema penitenciário potiguar não passa por um bom momento. E faz tempo. Em março de 2015, após uma série de rebeliões em várias unidades prisionais, o governo decretou estado de calamidade pública e pediu ajuda à Força Nacional. Para a recuperação de 14 presídios, todos depredados durante os motins, foram gastos mais de R$ 7 milhões. Tudo em vão. As melhorias feitas foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades, as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.
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Agentes da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior presídio do Rio Grande do Norte, conseguiram evitar que um quilo de maconha e uma balança de prisão chegassem às mãos de presos da unidade. A droga e o equipamento foram arremessados por cima do muro na madrugada desta quinta-feira (18), mas foram encontrados e apreendidos.

"O homem que jogou o material se assustou com os tiros da nossa patrulha e fugiu correndo. Isso é prova que a segurança está funcionando", afirmou o secretário de Justiça e da Cidadania Wallber Virgolino. Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal. A unidade tem capacidade para 620 presos, mas possui atualmente mais de 1 mil detentos.

Sistema em calamidade
O sistema penitenciário potiguar não passa por um bom momento. E faz tempo. Em março de 2015, após uma série de rebeliões em várias unidades prisionais, o governo decretou estado de calamidade pública e pediu ajuda à Força Nacional. Para a recuperação de 14 presídios, todos depredados durante os motins, foram gastos mais de R$ 7 milhões. Tudo em vão. As melhorias feitas foram novamente destruídas. Atualmente, em várias unidades, as celas não possuem grades e os presos circulam livremente dentro dos pavilhões.

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