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quarta-feira, 15 de março de 2017

O Blog entrevista o professor da webster idiomas confira o resultado da entrevista

Estamos entrevistando, hoje, a equipe da Webster idiomas, empresa que está  há 13 anos em outras localidades e 8 aqui na cidade, para que a população Santacruzense saiba um pouco mais sobre o ensino e o aprendizado de línguas estrangeiras.

Blog: Qual a metodologia que a Webster idiomas usa para ensinar idiomas?
Webster idiomas: Nós usamos a abordagem comunicativa, que é usada no mundo inclusive por vários cursos de renome aqui no Brasil, onde o aluno é levado a pensar no idioma, ao invés de decorar frases.

Blog: O que essa metodologia trás de benefício?
Webster idiomas: Esta metodologia tem um resultado eficaz, pois, realmente, faz com que o aluno pense no idioma. 
Blog: Qual a diferença do inglês que vocês ensinam para o que a escola ensina?
Webster idiomas: Boa pergunta. As pessoas confundem muito o inglês que é ensinado na escola, com o inglês ensinado em cursos de idiomas. Para começar, o curso de idiomas trabalha as quatro habilidades da língua: a escrita, audição, leitura e fala. Ao passo que a escola só trabalha a escrita e a leitura. E infelizmente, mesmo depois de se terminar o ensino médio, os alunos saem da escola sem conseguir ler e escrever em inglês, a escola não consegue resultados dentro do que se propõe. Aqui na Webster idiomas não apenas conseguimos que o aluno leia e escreva como também fale e entenda um estrangeiro falando. A escola não consegue isso por vários fatores, um deles é a quantidade de alunos por turma. Já foi provado em estudos que para ter eficácia no ensino de idiomas uma turma de adultos não pode passar de 17 alunos, crianças maiores até no máximo 10 e menores 7 por turma. Por isso trabalhamos com turmas reduzidas seguindo este limite para que haja eficácia na aprendizagem. Uma turma acima destes limites não para o ensino de idiomas não apenas por serem muitos alunos para que o professor acompanhe o progresso de cada um deles mas também por não permitir que haja aulas dinâmicas em sala pois devido a quantidade de alunos as carteiras são  arrumadas uma atrás da outra para que a escola economize espaço enquanto que o correto para uma aula de idiomas é que as cadeiras sejam organizadas em círculo para que haja interação entre os alunos promovendo assim a comunicação entre eles e o professor.


Blog: Quais são os resultados que vocês, como curso de idiomas já tem obtido aqui na cidade?
Webster idiomas: Um dos resultados mais evidentes é que todos nossos alunos, que se submeteram  a exame internacional de língua inglesa da universidade de Cambridge, passaram. Este é um exame super conceituado e aceito mundialmente, as provas são feitas em Natal,  porém corrigidas na Inglaterra. Não há nada mais evidente da qualidade do nosso ensino do que dizer que todos nossos alunos que se submeteram ao teste da universidade de Cambridge foram aprovados e hoje além de ter nosso certificado que é válido no Brasil inteiro tem um certificado reconhecido mundialmente. Contra fatos, não existem argumentos. 

Blog: Quais são as qualificações dos professores da Webster idiomas?
Webster idiomas: Bem, falando dos que ensinam aqui nessa unidade, além de saberem falar o idioma eles sabem ensinar a outros a falar porque saber falar uma língua não capacita ninguém a ensiná-la, portanto além de terem certificados internacionais cursaram também faculdade de letras Inglês. No meu caso, eu tenho o certificado de competência em língua 
inglesa pela Universidade de Michigan. A professora Karen também tem este certificado e outro que ela obteve, quando estudou no Canadá. 

Blog: Que dicas você dá para uma pessoa que está começando a aprender uma nova língua?
Webster idiomas: Como a maior parte das pessoas que vão para um curso de idiomas nunca estudaram em uma escola de idiomas antes, nós recomendamos  a princípio um bom dicionário. Também estimulamos a pessoa a escutar música, para aprender vocabulário, pronúncia etc. Outra coisa é estar num ambiente que a instigue  a falar inglês. Por exemplo, a professora Karen, que está responsável pelas nossas turmas infantis, fala muito em inglês na frente das crianças para incentivá-las e inspirá-las. Outra coisa é perder o medo de errar. Se você prestar atenção, quando uma criança começa a falar, ela fala errado e ninguém fica no pé dela por isso. As pessoas entendem que lá na frente ela conseguirá falar corretamente. O processo do erro faz parte de um aprendizado de uma língua, pois todos nós errávamos quando crianças e hoje conquistamos a fluência que temos em nossa língua. Essa técnica nós usamos, para encorajar os nossos alunos que estão começando. Nós ajudamos o aluno a adquirir o idioma passo a passo.

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Blog: O lema de vocês é pense em inglês, pense Webster. O que quer dizer isso?

Webster idiomas: Na verdade, para você falar um idioma com fluência, você tem que pensar no idioma. Sabemos que existem outras metodologias de idiomas, recentemente, a cidade conheceu a metodologia da Wizard, que é uma escola boa e eu agradeço por ter vindo para cá, pois  ajudou muito a cidade a entender algumas coisas. Antes, nós éramos o único curso de idioma da cidade e a Wizard veio para consolidar alguns pontos que as pessoas não entendiam, como o porquê da carga horária parecer ser tão pequena. As pessoas achavam que cobrávamos muito caro por uma carga horária pequena se compararmos com a carga horária de uma escola convencional. Elas pensavam: ”Ora, já que meu filho estuda na escola todos os dias e estuda todas as matérias, porque eu vou pagar um curso que tem uma carga horária menor”. Pra essas pessoas eu perguntava: Quantos anos você estudou Inglês na escola: Elas respopndiam em média 12 anos. Eu perguntava sabe falar, ler, escrever, entender o Inglês e sempre respondiam não. Eu dizia: Conseguimos que você faça isso em apenas três anos. Depois de três anos, a pessoa sai formada e falando um novo idioma. Então a Wizard nos ajudou, porque eles vieram também com esta carga horária e as pessoas viram que não era uma coisa nossa. Os cursos de idiomas cobram mais porque eles dão algo que funciona. As pessoas que querem pagar bem menos, elas estão pagando por uma aula de reforço. No nosso caso, nós estamos ensinando um novo idioma. E para ensinar um novo idioma precisamos fazer com que nossos alunos pensem em inglês, de forma natural, sem traduzir tudo o tempo todo, como uma muleta. Imagina eu te fazer uma pergunta em inglês, e daí você traduzir a pergunta, na sua cabeça, depois elaborar uma resposta em português, e me responder o que você quer, novamente, traduzindo para o inglês. Fica complicado. Na metodologia que usamos os alunos entendem as perguntas em inglês e já respondem prontamente, ninguém fica perdendo tempo traduzindo. Isso é pensar em Inglês.

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