3a1

iure veiculos

iure veiculos

AM CARNES

AM CARNES

CREART

CLINICA TRAIRI

CLINICA TRAIRI

pedra cell

rede con

rede con

MARMORARIA

MARMORARIA

apolo

apolo

CASA DO MATUTO

CASA DO MATUTO

Drogaria Topázio

Drogaria Topázio

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Segunda expedição para remover espécie invasora no litoral do RN

A próxima expedição ocorrerá do dia 31 de maio a 03 de junho para continuar com a remoção do Coral-sol.

Em iniciativa pioneira no estado, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente – Idema juntamente com um grupo de pesquisadores, realizará a partir da próxima semana, do dia 31 de maio a 03 de junho, a segunda operação de remoção do Coral-sol, identificado na Área de Proteção Ambiental Recifes de Corais (APARC). O coral-sol é uma espécie invasora, que coloniza ambientes marinhos e pode impedir o crescimento de espécies nativas.

A nova expedição terá o objetivo de continuar o trabalho de retirada da espécie que compromete o ambiente marinho nativo. Na primeira atividade, no início de maio, foram retiradas 60% das colônias, totalizando 1.500 e cerca de 1.000 fragmentos de coral-sol na área afetada. Na ocasião, também foram realizadas coletas qualitativas dos corais invasores, que foram encaminhados ao Laboratório de Ecologia Marinha da UFRN para avaliar possíveis efeitos sobre a biodiversidade local.

A atividade será realizada pelo Idema, por meio do Núcleo de Gestão de Unidades de Conservação (NUC), em parceria com a Fundação para o Desenvolvimento Sustentável da Terra Potiguar (Fundep), a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), coordenada pelo professor Guilherme Longo, do Departamento de Oceanografia, e a empresa de mergulho CCR-Brazil.

A equipe será composta por 10 mergulhadores especialistas em oceanografia e biologia marinha, com o intuito de manter, também, um monitoramento sistemático e contínuo na área para controle da espécie. O diretor-geral do Idema, Leon Aguiar, explica que este coral é considerado invasor, uma vez que ameaça a biodiversidade local, podendo prejudicar a riqueza de espécies nativas e ameaçar as atividades econômicas da região, como pesca e turismo.

“As espécies possuem diversas estratégias de crescimento e reprodução, além de defesas e ausência de predadores efetivos. Por isso, são invasores eficientes, que podem colonizar ambientes e impedir o crescimento de espécies nativas. Vale ressaltar também, que o Idema continuará com o monitoramento de toda APARC, em razão da sua importante diversidade biológica”, explicou o diretor.

Fotos: Erika Beux

Nenhum comentário:

Acessos do blog